Para o presidente da União Gaúcha, Pio Giovani Dresch, a relevância social do IPE Saúde está sendo desconsiderada nesta atitude de paralisar o atendimento. “Atitudes extremas não levam em consideração a massa protegida de mais de 1 milhão de pessoas. O IPE é a galinha dos ovos de ouro da saúde do Estado e não pode ser sacrificada”, destacou. Dresch criticou, ainda, o formato da manifestação das entidades médicas. “Precisamos alertar a sociedade de que a negativa de atendimento é prejudicial para os dois lados. As entidades não recebem de nenhum plano o que têm do IPE e os dados apresentados pelas entidades só mostram uma parte da realidade”, afirmou.
O atendimento aos segurados está sendo monitorado pela diretoria de saúde para acompanhar o cenário de paralisação. O principal hospital da capital que presta atendimento pelo IPE Saúde não aderiu à paralisação e está prestando o serviço normalmente.





















