Secretário da Saúde alerta para vagas na área em Santo Antônio

Depois de ocupar por sessenta dias sua cadeira na Câmara de Vereadores, o vereador Ferúlio José Tedesco assume novamente a pasta da Secretaria Municipal da Saúde de Santo Antônio da…
Depois de ocupar por sessenta dias sua cadeira na Câmara de Vereadores, o vereador Ferúlio José Tedesco assume novamente a pasta da Secretaria Municipal da Saúde de Santo Antônio da Patrulha. Ferulinho disse que apesar de pouco tempo, a experiência foi positiva, especialmente porque pode contribuir no andamento de discussões importantes que são tradicionais no final de ano.

Ele disse que a vereadora Marciana Machado que assumiu a pasta da saúde conseguiu desempenhar bem o papel, dando continuidade ao trabalho realizado pela equipe. “Na verdade nós, secretários, precisamos dar condições à equipe, mas quem toca a secretaria são os funcionários, um grupo de cerca de 250  pessoas que tem feito um ótimo trabalho.”

O secretário disse que os principais gargalos da saúde pública estão ligados a serviços prestados pelo Estado, ou União, como exames, cirurgias específicas ou leitos nos grandes hospitais. Mas ele espera que com a aplicação da Emenda 29, que regulamenta os repasses mínimos para a saúde a situação melhore. “Se isso ocorrer será ótimo para a saúde do Rio Grande do Sul e de acordo com o governo do Estado, a promessa é de que em quatro anos, o governo gaúcho consiga atingir os 12% da receita corrente líquida em saúde. Hoje este percentual gira em torno de 5%.

De acordo com Ferulinho,  no município as expectativas são boas, especialmente com a realização do concurso público. “Estaremos possibilitando a criação de um vínculo do profissional com o município. Espero que os profissionais atendam o chamado, desejamos que as pessoas se inscrevam e participem do concurso”, completou.

O secretário afirmou que com os novos concursados existe a perspectiva de abrir o ESF (Estratégia de Saúde da Família) na Miraguaia, que exige a contratação de mais uma equipe. “Também precisaremos de mais pessoal para atender nas duas unidades móveis de saúde, que devem ser liberadas pelo Estado e que atuarão de forma simultânea, por isso precisamos ampliar os recursos humanos”, explica.

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