Em protesto pelo atraso no pagamento dos dias trabalhados em dezembro, nove salva-vidas civis de Capão da Canoa fizeram uma paralisação na manhã de sábado junto à guarita 75.
Apesar do ato, o comando da Operação Golfinho garantiu que, com uma reformulação na escala dos militares, nenhuma guarita da praia ficaria desguarnecida no fim de semana.
Por volta das 9h30min, os manifestantes foram chamados para uma reunião com o comando de Capão da Canoa, e deixaram a praia em uma kombi da Brigada Militar. De acordo com os civis, a demora tem levado muitos a recorrerem aos pais e a amigos para se manterem no Litoral Norte.
Ao todo, há 85 salva-vidas civis no Litoral Norte, entre mais de 700 militares. Segundo o comandante da Operação Golfinho, coronel Péricles Brasil Álvares, a baixa proporção de civis facilitaria um plano de emergência para suprir as guaritas que ficarem desfalcadas.
Ele admitiu o atraso no pagamento, disse não saber o dia em que receberão, mas acrescentou que o pedido já foi encaminhado à secretaria da Fazenda.





















