Xangri-Lá, onde sobra dinheiro

Nossa Prefeitura tem contrato com emissora de rádio no valor mensal de R$ 6.700,00 (seis mil e setecentos reais), o que dá um custo total contratado de R$ 73.700,00 (setenta…
Nossa Prefeitura tem contrato com emissora de rádio no valor mensal de R$ 6.700,00 (seis mil e setecentos reais), o que dá um custo total contratado de R$ 73.700,00 (setenta e três mil e setecentos reais).

O Legislativo tem contrato com a mesma emissora ao custo mensal de R$ 3.200,00 (três mil e duzentos reais) e um valor total de R$ 28.800,00 (vinte e oito mil e oitocentos reais).

Somados os dois contratos, nossa cidade gasta R$ 102.500,00 (cento e dois mil e quinhentos reais). Tendo isto como base e sabendo que rádio e jornal pagam péssimos salários com pouquíssimas exceções me atrevo dizer que nós pagamos a folha da emissora. Bom negócio, não?

E faço a você leitor uma pergunta, qual seja? Uma administração se dinâmica gera necessariamente notícias como é o caso da Prefeitura de Balneário Pinhal cuja assessoria de imprensa me remete diariamente incontáveis matérias e assim sendo por eu comprar espaço radiofônico? Emissoras de rádio e televisão não vivem sem matérias a divulgar e quanto mais matérias divulguem mais patrocínios lhes surgem, não é mesmo?

E para finalizar deixo aqui uma pergunta. Quem respondê-la primeiro terá um jantar pago por mim com incontida satisfação. A emissora de Santo Antônio da Patrulha, rádio Itapuí, uma das emissoras convidadas ao certame licitatório, alguém de vocês consegue sintonizar aqui em Xangri-Lá? Habilitem-se, por favor.

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Até a próxima se Deus assim o permitir.

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