Venda de veículos no mercado interno cresce 5,8%

A venda de veículos novos no mercado interno cresceu 5,8% no mês de junho com relação ao mês anterior. Em junho foram licenciados 256 mil novos carros contra 242 mil…

A venda de veículos novos no mercado interno cresceu 5,8% no mês de junho com relação ao mês anterior. Em junho foram licenciados 256 mil novos carros contra 242 mil em maio. Em comparação a junho do ano passado, quando foram comercializados 198 mil unidades, o crescimento foi de 28,8%.

No acumulado do ano esse número chegou a 1.407.211 caros, 30% a mais do que no mesmo período do ano passado. Os dados foram divulgados hoje (4) pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). Segundo a entidade, este é o melhor semestre da série histórica em termos de vendas.

De acordo com o balanço mensal da Anfavea, a produção de veículos também bateu recordes, com o aumento de 289 mil unidades em maio para 303 mil em junho (4,8%). Com relação a junho do ano passado, quando foram produzidos 246 mil, o aumento foi de 23%. No acumulado dos seis primeiros meses do ano foram produzidos 1.680.976 ante 1.385.488 (21,3%) no ano passado.

As exportações chegaram a 66 mil unidades em junho com uma elevação de 20,3% em relação a maio. Comparado a junho do ano passado o aumento foi de 3,7%. No acumulado do ano as exportações atingiram 366 mil unidades, o correspondente a -2,8% já que em maio foram exportadas 377 mil unidades.

Segundo o presidente da Anfavea, Jackson Schneider, o crescimento no setor deve continuar no segundo semestre, porém em ritmo mais moderado, devido ao patamar de produção e consumo que o mercado nacional tem atingido. “Nós chegamos agora a uma produção e consumo acima de 200 mil unidades, o que demonstra que o crescimento vai continuar ocorrendo, mas num ritmo mais cadenciado em relação ao que tem ocorrido nos últimos anos”.

Schneider afirmou que essa acomodação é extremamente positiva porque permite um planejamento mais estruturado e um crescimento a logo prazo e sem saltos e sustos. “Além de uma acomodação natural em uma cadeia produtiva, que é complexa e ampla, então é melhor crescer a mais logo prazo em um ritmo mais consistente do que em um curto prazo com grandes saltos”, disse.

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