Ulbra quer abater parte da dívida, repassando hospital de Tramandaí para o governo federal

A Comissão de Educação, Cultura, Desporto, Ciência e Tecnologia, presidida pela deputada Juliana Brizola (PDT), realizou, na manhã desta terça-feira (5), audiência pública sobre o Plano de Reestruturação da Universidade…
A Comissão de Educação, Cultura, Desporto, Ciência e Tecnologia, presidida pela deputada Juliana Brizola (PDT), realizou, na manhã desta terça-feira (5), audiência pública sobre o Plano de Reestruturação da Universidade Luterana do Brasil (Ulbra). Apresentaram o projeto o reitor da universidade, Marcos Fernando Ziemer, e o vice-reitor, Valter Kuchenbecker. “Queremos agradecer a preocupação que todos têm demonstrado pela nossa Ulbra. Estamos trazendo boas notícias, pois o presente já está funcionando bem, porém ainda precisamos equacionar os problemas do passado”, esclareceu Ziemer.

Segundo o reitor, o défict anual da Ulbra, que em 2009 foi de R$ 95 milhões, e em 2010 de R$ 30 milhões (valores quase todos referentes ao Ulbra Saúde), em 2011 já foram equacionados. “Com o retorno quase que exclusivo nosso para nossa vocação inicial, que é a educação, já estamos tendo um lucro de 9,8% em 2011. E estes números só não são maiores devidos nossas dívidas anteriores”, disse Ziemer.

A Ulbra, que atualmente conta com 6,5 mil colaboradores, para reiniciar seu processo de viabilidade financeira irá se dividir em três e, com isto, pretende-se que sua dívida fiscal, na ordem de R$ 2,1 milhões, seja paga. “Grande parte desta dívida queremos abater repassando os hospitais universitários de Canoas e o de Tramandaí para o governo federal. Para voltarmos a crescer como instituição de ensino, precisamos de aproximadamente R$ 140 milhões, que após os acordos, queremos buscar junto a parceiros”, destacou o reitor. Outra sugestão dada foi a de que o Banrisul funcione como um fundo garantidor para que assim novos investidores se sintam atraídos pela Ulbra.

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