Torres terá centro especializado em autismo e atenderá 12 municípios da região

TEAcolhe em Torres: o governo do Estado habilitou o município para implantar um Centro de Atendimento em Saúde (CAS) com repasse mensal de R$ 100 mil. A medida amplia o…
Torres
Foto: Arthur Vargas Ascom/SES

TEAcolhe em Torres: o governo do Estado habilitou o município para implantar um Centro de Atendimento em Saúde (CAS) com repasse mensal de R$ 100 mil. A medida amplia o acesso a diagnóstico e terapias especializadas para pessoas com transtorno do espectro autista (TEA) no Litoral Norte.

A portaria foi assinada pela secretária estadual da Saúde, Arita Bergmann, em ato realizado na prefeitura. O novo serviço funcionará na Rua General Firmino Paim, 600, no Centro de Torres, com encaminhamentos via sistema de regulação do SUS (Gercon).

O que muda com o TEAcolhe em Torres

Na prática, a habilitação garante financiamento contínuo para custeio do serviço, contratação de equipe multiprofissional e ampliação da oferta regional. O centro atenderá usuários de 12 municípios do Litoral Norte.

Como funcionará o atendimento

  • Encaminhamento pelo Gercon (regulação do SUS)
  • Atendimento especializado para pessoas com TEA
  • Suporte e orientação às famílias
  • Integração com a rede local de saúde

Investimento e expansão da rede

O governo estadual informa que já investiu cerca de R$ 130 milhões no programa. Atualmente, a rede conta com:

  • 7 centros macrorregionais de referência
  • 28 centros regionais
  • 76 Centros de Atendimento em Saúde (CAS)

De acordo com o Governo do Estado, a meta é chegar a 90 CAS até o fim de 2026, consolidando o programa como política permanente de saúde no Estado.

Em resumo

O que é o TEAcolhe?

Programa estadual que organiza a rede de atendimento a pessoas com transtorno do espectro autista no SUS.

Quem poderá ser atendido em Torres?

Usuários com TEA de 12 municípios do Litoral Norte, mediante encaminhamento pelo Gercon.

Quanto o Estado vai investir?

O novo CAS terá custeio mensal de R$ 100 mil. O programa já soma cerca de R$ 130 milhões em investimentos.

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Amanda da Silveira Ferrari é estudante de Jornalismo pela UNISINOS, com experiência em produção de conteúdo, jornalismo de dados e comunicação pública.

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