O Projeto de Lei 1625/26, enviado pelo Governo Federal em regime de urgência, endurece as punições para empresas que elevarem os preços dos combustíveis sem justificativa econômica. A proposta visa frear lucros abusivos que desestabilizam o orçamento das famílias.
Quais são as punições para o aumento abusivo?
A nova regra prevê detenção de 2 a 5 anos para os responsáveis. Além da prisão, as multas aplicadas podem atingir valores astronômicos, variando de R$ 5.403 a mais de R$ 4 milhões, dependendo da gravidade e do faturamento do agente econômico.
A punição será ainda mais rigorosa se o abuso ocorrer durante estados de calamidade pública ou crises de abastecimento.
Nestes cenários, a pena pode ser aumentada em até metade, combatendo o aproveitamento oportunista em momentos de instabilidade.
Resumo Rápido
P: O que é considerado “aumento sem justa causa”?
R: É a elevação de preço que não está fundamentada em fatores reais, como alta nos custos de produção ou refino.
P: A lei vale apenas para postos de combustíveis?
R: Não. As penas abrangem toda a cadeia, incluindo produtores, refinarias, distribuidores e transportadores.
P: O que acontece se houver posição dominante no mercado?
R: Empresas que controlam 20% ou mais do mercado e usam esse poder para ditar preços terão penas agravadas.


















