Procurado pela Interpol é capturado pela Brigada Militar em Torres

Prisão de procurado pela Interpol no Litoral Norte A prisão de um procurado pela Interpol em Torres, no Litoral Norte do Rio Grande do Sul, revela como cidades turísticas da…
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Foto: Brigada Militar

Prisão de procurado pela Interpol no Litoral Norte

A prisão de um procurado pela Interpol em Torres, no Litoral Norte do Rio Grande do Sul, revela como cidades turísticas da região podem se tornar pontos estratégicos de circulação de foragidos internacionais. O homem, acusado de um crime no Paraguai, foi localizado durante uma ocorrência.

O que aconteceu em Torres

A Brigada Militar capturou um cidadão paraguaio de 26 anos após ser acionada para atender uma ocorrência de dano e ameaça. A abordagem ocorreu na Rua General Firmino Paim, no Centro da cidade.

Durante a verificação de identidade, os policiais consultaram sistemas do Mercosul e identificaram indícios de que o suspeito era um foragido.

A confirmação veio após contato com a Polícia Federal.

Segundo o Ministério Público do Paraguai, ele é acusado de atacar os próprios avós com uma faca em junho de 2025, na cidade de Mariano Roque Alonso, na região metropolitana de Assunção, capital do Paraguai.

No ataque:

  • O avô, de 72 anos, morreu em decorrência dos ferimentos
  • A avó ficou gravemente ferida, mas sobreviveu

Detalhe que chamou atenção das autoridades

Informações divulgadas pela imprensa paraguaia indicam que o suspeito já havia sido investigado anteriormente por comportamento violento ainda na adolescência, incluindo envolvendo maus-tratos a animais.

O que aconteceu após a prisão

Depois de ser detido, o homem foi levado à delegacia da Polícia Civil de Torres. Durante o registro da ocorrência, ele sofreu uma convulsão e precisou de atendimento médico.

Após os procedimentos, foi entregue à Polícia Federal.

Em resumo

Quem foi preso em Torres?

Um paraguaio de 26 anos procurado pela Interpol por um crime violento contra familiares.

Qual crime ele cometeu?

É acusado de matar o avô e ferir gravemente a avó com golpes de faca em 2025, no Paraguai.

O que acontece agora?

Ele está sob custódia da Polícia Federal.

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Amanda da Silveira Ferrari é estudante de Jornalismo pela UNISINOS, com experiência em produção de conteúdo, jornalismo de dados e comunicação pública.

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