Prisão em Capão da Canoa marca reviravolta em caso de assassinato no RS

Prisão em Capão da Canoa marca uma reviravolta no caso do assassinato de Micael Douglas Müller, de 28 anos, morto a facadas em junho deste ano em Igrejinha. A ex-companheira…
Prisão em Capão da Canoa, Mulher reage e mata ex-namorado a facadas
Foto: Reprodução/Redes Sociais

Prisão em Capão da Canoa marca uma reviravolta no caso do assassinato de Micael Douglas Müller, de 28 anos, morto a facadas em junho deste ano em Igrejinha.

A ex-companheira da vítima foi detida na manhã desta sexta-feira (11) no Litoral Norte gaúcho, por agentes das delegacias de Igrejinha e Capão da Canoa.

A prisão preventiva foi decretada após uma mudança no entendimento da Polícia Civil, que descartou a tese de legítima defesa alegada pela acusada.

Prisão em Capão da Canoa é consequência de laudos e depoimentos

A reviravolta que resultou na prisão em Capão da Canoa se deu após a conclusão de importantes elementos no inquérito.

De acordo com o delegado Fábio Idalgo Peres, responsável pelo caso, a investigação foi reforçada por diversos depoimentos e por análises técnicas, que não corroboraram com a versão inicialmente apresentada por Nicole.

Segundo a acusada, ela teria agido em legítima defesa depois de ser agredida e ameaçada por Micael.

Porém, o delegado afirmou que “o que ela relatou não condizia com a verdade dos fatos”.

Com base nesse entendimento, a Polícia Civil solicitou a prisão preventiva, que foi concedida pelo Judiciário.

Crime ocorreu no bairro XV de Novembro, em junho

O homicídio aconteceu na madrugada do dia 10 de junho, na residência de Micael, localizada no bairro XV de Novembro.

Horas depois do ocorrido, a mulher se apresentou à delegacia.

Na ocasião ela afirmou que teria utilizado uma faca para se defender de agressões físicas.

A versão, no entanto, perdeu força diante das evidências reunidas ao longo da apuração.

O trabalho da polícia incluiu laudos periciais e oitivas que sugeriram outra dinâmica para os fatos, motivando a nova medida judicial.

Investigação segue em andamento

Embora ela esteja presa preventivamente, o inquérito ainda não foi encerrado.

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Amanda da Silveira Ferrari é estudante de Jornalismo pela UNISINOS, com experiência em produção de conteúdo, jornalismo de dados e comunicação pública.

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