Polícia Civil realiza operação contra pornografia infantil em cidades do Litoral

Polícia Civil intensifica combate aos crimes digitais A Operação Darktrace foi deflagrada na quinta-feira (25/09) pela Polícia Civil do Rio Grande do Sul, com foco no combate ao armazenamento e…
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Polícia Civil intensifica combate aos crimes digitais

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A Operação Darktrace foi deflagrada na quinta-feira (25/09) pela Polícia Civil do Rio Grande do Sul, com foco no combate ao armazenamento e compartilhamento de material de pornografia infantil na internet.

A ação contou com a participação da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente de Canoas e do Núcleo de Combate à Pedofilia e ao Abuso Infantojuvenil (Nucope), vinculado ao Instituto-Geral de Perícias (IGP/RS).

Após meses de monitoramento e análise digital, a investigação identificou usuários que mantinham arquivos de exploração sexual infantil em dispositivos eletrônicos.

Mandados de busca e apreensão em cidades do Litoral Norte

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A operação mobilizou 40 policiais civis e 10 peritos, com o cumprimento de cinco mandados de busca e apreensão nas cidades de Santo Antônio da Patrulha, Capão da Canoa, Caxias do Sul, Gravataí e Porto Alegre.

Durante as diligências, foram encontrados computadores, celulares e mídias de armazenamento contendo indícios de compartilhamento de material pornográfico infantil.

Todo o material apreendido passou por perícia preliminar no local e será posteriormente analisado de forma definitiva na sede do IGP/RS.

Impacto e importância da Operação Darktrace

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O delegado Maurício Barison, responsável pela operação, destacou que o trabalho reforça o compromisso da Polícia Civil na proteção da infância:

“Nosso objetivo é rastrear predadores na escuridão da rede e retirar do ambiente virtual aqueles que ameaçam nossas crianças e adolescentes”, afirmou Barison.

O diretor da 2DPRM, delegado Cristiano Reschke, acrescentou que a operação evidencia a capacidade da Polícia Civil em conduzir investigações de alta complexidade:

“Não apenas buscamos desmascarar predadores digitais, mas também enviar uma mensagem clara àqueles que pensam que seus crimes não serão descobertos”, afirmou Reschke.

Próximos passos da investigação

A Polícia Civil continuará as investigações para identificar outros envolvidos e garantir que todos os responsáveis respondam criminalmente pelos atos cometidos.

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Amanda da Silveira Ferrari é estudante de Jornalismo pela UNISINOS, com experiência em produção de conteúdo, jornalismo de dados e comunicação pública.

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