Parentes de vítimas de acidentes aéreos querem lei para indenizações

Angelita De Marchi, uma das representantes da Associação de Vítimas do vôo 1907 da Gol, que caiu em 29 de setembro de 2006 na Amazônia, reconhece que a tragédia serviu…
Angelita De Marchi, uma das representantes da Associação de Vítimas do vôo 1907 da Gol, que caiu em 29 de setembro de 2006 na Amazônia, reconhece que a tragédia serviu para acordar a nação sobre a real situação do setor. “A tragédia deu abertura para mostrar para o país que, se nada fosse feito, outros acidentes poderiam acontecer e foi o que nós assistimos”, diz.

Angelita alerta para o fato que muitas medidas ainda não saíram do papel. “Fala-se muito, mas depois a coisa vai acalmando e acaba não dando em nada”, avalia.

Ela defende ainda a criação de leis em defesa de parentes de vítimas de tragédias desse tipo. “Somos tratados com grande descaso, falta informação, falta apoio e acima de tudo leis para amparar os que ficaram. Hoje somos nós, mas ninguém está isento de passar por uma situação semelhante”, desabafa.

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