Quarentena
Concurso vigilante
Surpreendeu o número de inscrições para o Concurso para vigilante da Prefeitura Municipal de Osório. São apenas 25 vagas e tivemos 3.668 inscritos, uma média de 146,72 pessoas disputando cada lugar.
Concurso vigilante II
O que chama a atenção neste grande número de inscrições é que não é um concurso para um cargo tão badalado, nem o salário está em um patamar alto, R$804,75 (oitocentos e quatro reais e setenta e cinco centavos) para uma carga horária de 40 horas semanais.
Concurso vigilante III
Os vigilantes atuarão na vigilância, em locais previamente determinados, realizando ronda de inspeção em intervalos fixados, adotando providências tendentes a evitar roubos, incêndios, danificações nos edifícios, praças, jardins, materiais sob sua guarda, etc. A seleção ocorrerá através de prova objetiva (Português, Matemática, Conhecimentos Gerais e Específicos) e prova de aptidão física.
Osório em Festa
Quando a atual administração assumiu a Prefeitura Municipal, uma das grandes queixas do comércio local, era que um Rodeio tendo duas semanas, não era benéfico, pois esvaziava as lojas por um longo período.
Naquela época, Osório tinha o segundo maior evento tradicionalista do estado, hoje, a situação é bem diferente.
Eu, particularmente, achei válida a ideia da atual administração em criar o Osório em Festa e penso que o comércio também não teve a sua estrutura abalada por isto.
O número de acampados é infinitamente menor que antigamente, as pessoas não vivem o evento mais por duas semanas. As coisas mudam e com o Rodeio de Osório não foi diferente.
Osório em Festa II
Também durante este evento, tivemos alguns problemas em relação à criminalidade. Esfaqueamento, apreensão de drogas, enfim, diversos casos de polícia.
Ouvi falatórios e até aqui no Litoralmania li comentários de internautas que parte da culpa deste cenário é dos organizadores que pouco fazem para coibir isto. Não concordo. Em um acampamento, você leva facão, facas, canivetes, tudo para poder montar um belo barracão, comer um bom churrasco. Como os fiscais da prefeitura ou a Brigada Militar podem impedir estes materiais de ingressar no parque? Na realidade não há culpados pelo que estamos vivendo nos dias de hoje, isto que aconteceu é apenas um reflexo desta sociedade moderna e mal-educada.
Osório em Festa III
Agora, o que sou totalmente contra é não haver cobrança de entrada, tanto no Osório em Festa, quanto no Rodeio. (Obs.: apenas o show do Guilherme e Santiago foi efetuada cobrança).
A prefeitura tira o dinheiro gasto pelos contribuintes, em abundantes impostos, para colocar no evento e não fazer a cobrança na portaria, mas e quem não gosta da festa e não vai até lá, porque tem que ajudar a bancar?
Injusto, sem falar que ao fazer uma cobrança, poderia evitar que certos indivíduos de má índole fossem até o local e talvez atraísse de volta aquelas famílias que há tempos se afastaram do evento.
Aniversário
Ciro Simoni comemorou seu aniversário, em Osório. Diversos pedetistas se fizeram presentes. Até aí, tudo bem. O que chamou a atenção foi à presença do ex-governador, Germano Rigoto e de José Fogaça (pré-candidato ao governo do estado), ambos do PMDB.
Claro, todos sabem que o PMDB estará junto com o PDT nesta campanha estadual, mas, mesmo assim, demonstra que a situação foi bem aceita pela militância de Leonel Brizola, que até fotos tiraram com os “ex-inimigos”.
Política
A política é assim, vale qualquer negócio (aliança), pelo poder, ou melhor, pela “boquinha”.
Política II
Eu havia dito nesta coluna que Ciro Simoni, do jeito que andava as coisas para o seu lado, não se elegia nem para síndico de prédio.
Com o cenário atual, indo Alceu Moreira disputar uma vaga na câmara federal e o PMDB da região lançando um jovem, de Tramandaí, para disputar uma cadeira de deputado estadual, acho que as coisas tendem a voltar a brilhar para o doutor na política.
Uma grande votação deverá ser feita em Osório, já no embalo da aliança PDT/PMDB. Osorienses que antes iam em Moreira, tendem a votar em outro conterrâneo, e aí Simoni garantirá novamente um lugar na Assembleia Legislativa do RS, em primeira instância, sem esperar cassações de mandatos para poder comemorar a vaga. Coisa que há muito tempo não acontece.





















