Ação conjunta da Guarda Municipal e Brigada fiscalizou 17 veículos, removeu oito e autuou sete para liberar vias e reduzir riscos à segurança pública.
Veículos abandonados em Imbé viraram alvo direto das forças de segurança nesta quinta-feira.
O que a operação encontrou nas ruas?
Em poucas horas de fiscalização, o número chamou atenção para uma cidade do porte de Imbé.
- 17 veículos fiscalizados
- 7 autuações
- 8 remoções por abandono
- 4 pessoas abordadas
Carros parados por semanas, pneus murchos, ferrugem, vidro quebrado. Alguns já viravam depósito improvisado de lixo.
Para quem mora perto, o incômodo é diário.
Por que carro abandonado vira caso de polícia?
É só desorganização urbana?
Não. Veículos largados podem ser usados como ponto de drogadição, tráfico e esconderijo de criminosos.
O que parece inofensivo de dia muda completamente à noite.
Também tem risco à saúde?
Sim. Acúmulo de água, sujeira e entulho favorece insetos e pragas, ampliando risco sanitário para moradores próximos.
Ou seja: não é só feio. É um problema de segurança e saúde pública.
Como funciona a Operação “Janelas Quebradas”?
O nome vem da teoria usada em grandes cidades: pequenos sinais de abandono estimulam delitos maiores.
A estratégia é agir rápido antes que a desordem vire rotina.
- Identificação do veículo
- Notificação do proprietário
- Autuação quando há irregularidade
- Guincho e remoção nos casos de abandono
Tira o problema da rua antes que ele cresça.
Resumo Rápido
P: Quantos veículos foram encontrados?
R: 17 fiscalizados, com oito removidos e sete autuados.
P: Por que remover carro abandonado?
R: Pode virar esconderijo de crime e foco de insetos e doenças.
P: A operação continua?
R: A tendência é novas fiscalizações para manter ruas organizadas.




















