Operação prende suspeitos de pornografia infantil no Litoral

Pornografia infantil no Litoral Polícia Civil apreende vasto material de crimes sexuais contra crianças e adolescentes; investigados podem pegar até 4 anos de prisão. A Operação Elo de Proteção, deflagrada…
Operação prende suspeitos de pornografia infantil no Litoral

Pornografia infantil no Litoral

Polícia Civil apreende vasto material de crimes sexuais contra crianças e adolescentes; investigados podem pegar até 4 anos de prisão.

A Operação Elo de Proteção, deflagrada em Rio Grande, no litoral sul do Rio Grande do Sul, resultou na prisão de dois homens e na apreensão de mais de mil imagens de pornografia infantil.

A ação, conduzida pela Polícia Civil na última quinta-feira (21), mirou dois investigados, um idoso de 63 anos e um homem de 33, por crimes relacionados à exploração sexual de menores.

O material, que inclui fotos e vídeos, foi encontrado durante o cumprimento de mandados de busca e apreensão.

As duas investigações da Polícia Civil

Segundo a delegada Alexandra Pérez Sosa, titular da Delegacia de Proteção a Grupos Vulneráveis (DPPGV) de Rio Grande, as investigações foram iniciadas a partir de denúncias distintas.

O primeiro caso envolve um homem de 63 anos, suspeito de acumular imagens de crianças de sites de acesso aberto, como Instagram, Facebook e YouTube.

“Ele pegava fotos de crianças de biquíni e com poucas roupas, salvava e utilizava para se satisfazer”, explicou a delegada. Todos os equipamentos eletrônicos apreendidos com o suspeito foram encaminhados à perícia técnica para análise.

O segundo alvo da operação é um homem de 33 anos, investigado por importunação sexual de um adolescente de 13 anos.

A denúncia foi feita pela própria mãe da vítima. Além disso, o suspeito também era investigado por armazenar imagens de, supostamente, adolescentes sem roupa.

O material também foi enviado à perícia para determinar a idade das pessoas nas fotos.

Penalidades e próximos passos

A delegada afirma que, caso a perícia comprove a responsabilidade dos investigados, eles poderão ser punidos por crimes como aquisição, armazenamento e compartilhamento de pornografia infantil.

As penas para esses crimes podem chegar a quatro anos de reclusão, de acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

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Jornalista com formação pela UNISINOS (2010) e fundador do Litoralmania, o portal de notícias mais antigo em atividade no interior do RS. Atua desde 2002 na gestão completa do veículo, com ampla experiência em jornalismo digital, produção de conteúdo, projetos e relacionamento com o público.

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