Operação Força Verde intensificou a fiscalização ambiental no Litoral Norte e resultou na apreensão de 600 metros de rede irregular na Lagoa das Malvas. A ação ocorreu durante patrulhamento embarcado na bacia do Rio Tramandaí.
A operação, conduzida pela Brigada Militar por meio do 1º Batalhão de Polícia Ambiental (1º BPAmb), ampliou o cerco contra a pesca ilegal em áreas de Xangri-lá e Capão da Canoa. A ofensiva ocorreu no dia 26 de fevereiro de 2026 e teve foco direto na preservação da bacia hidrográfica do Rio Tramandaí.
O que está acontecendo e por quê
A fiscalização foi realizada pela guarnição da PATRAM de Capão da Canoa, com patrulhamento embarcado ostensivo e preventivo na Lagoa do Passo e no Rio Tramandaí. O objetivo foi claro: coibir práticas ilegais de caça e pesca que impactam diretamente o equilíbrio ambiental da região.
O que foi apreendido durante a operação
Durante o patrulhamento, os policiais ambientais:
- Abordaram 8 indivíduos
- Fiscalizaram 3 embarcações
- Vistoriaram 2 acampamentos
- Recolheram 600 metros de rede “feiticeira” malha 90 mm
A rede estava posicionada a cerca de 20 metros da margem da Lagoa das Malvas, contrariando a Instrução Normativa 017 da bacia hidrográfica do Rio Tramandaí.
Por que a rede foi considerada irregular
A chamada “rede feiticeira” é um tipo de apetrecho frequentemente associado à captura indiscriminada de espécies, inclusive juvenis.
Em resumo
O que foi apreendido na Operação Força Verde?
Foram recolhidos 600 metros de rede irregular, além de fiscalizadas embarcações, acampamentos e indivíduos.
Onde ocorreu a fiscalização?
Na Lagoa do Passo, Lagoa das Malvas e Rio Tramandaí, em áreas de Xangri-lá e Capão da Canoa.
Por que a rede foi considerada ilegal?
Porque contrariava a Instrução Normativa 017 da bacia do Rio Tramandaí, que regula tamanho de malha e áreas permitidas.


















