Operação contra o crime organizado cumpre ordens judiciais no Litoral Norte

Operação QuadrumA ofensiva, deflagrada pela Polícia Civil na manhã desta terça-feira (25), contra o crime organizado no Litoral Norte e na Região Metropolitana, resultou no cumprimento de aproximadamente 15 ordens…
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Foto: Polícia Civil/Divulgação

Operação Quadrum

A ofensiva, deflagrada pela Polícia Civil na manhã desta terça-feira (25), contra o crime organizado no Litoral Norte e na Região Metropolitana, resultou no cumprimento de aproximadamente 15 ordens judiciais e na apreensão de drogas e arma.

A ação, conduzida pela Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco) de Canoas, contou com o reforço de diversas unidades do Departamento de Polícia Metropolitana (DPM) e do Departamento de Polícia do Interior (DPI).

Investigação

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Polícia Civil/Divulgação

Com pouco mais de um ano e quatro meses de duração, a investigação teve início após uma denúncia anônima que relatava um esquema de tráfico de drogas em Canoas.

Segundo o delegado Gustavo Bermudes, responsável pelo caso, a denúncia foi o ponto de partida de uma apuração que expôs um estruturado de comercialização de cocaína.

Os criminosos operavam tanto por tele-entrega, estratégia usada por grupos que tentam evitar exposição em pontos fixos, quanto em vendas presenciais na esquina da residência de dois investigados.

Além do comércio direto da droga, o grupo também movimentava insumos químicos utilizados para “render” o produto e aumentar o lucro.

Ao todo, cerca de 90 policiais civis participaram da operação, espalhando-se por Canoas, Porto Alegre e Imbé.

Crime organizado com origem no Vale dos Sinos

O delegado Gustavo Bermudes destacou que a ação é parte de um esforço contínuo contra o narcotráfico, especialmente no enfrentamento de organizações já consolidadas no Rio Grande do Sul.

“No trabalho de hoje, foram atingidos alvos de uma organização criminosa com origem no Vale dos Sinos”, afirmou Bermudes.

A importância da estratégia financeira no combate ao crime

O diretor da 2ª DPRM, delegado Cristiano Reschke, ressaltou que as ações da Polícia Civil têm priorizado não apenas apreensões pontuais, mas o estrangulamento financeiro das organizações, fator determinante para reduzir o poder de atuação desses grupos.

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Amanda da Silveira Ferrari é estudante de Jornalismo pela UNISINOS, com experiência em produção de conteúdo, jornalismo de dados e comunicação pública.

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