Lucie Rodrigues Madeira, 42 anos, sumiu em 17 de dezembro no bairro Teresinha. Portas abertas, comida na mesa e silêncio total desafiam a investigação.
Imbé amanheceu com mais uma daquelas histórias que tiram o sono da vizinhança. Desde 17 de dezembro, ninguém viu ou falou com Lucie Rodrigues Madeira, a Luzinha, 42 anos.
O sumiço virou rotina de incerteza para familiares e um quebra-cabeça para a Polícia Civil. Quase dois meses depois, ainda não há qualquer pista concreta do paradeiro.
O que se sabe sobre o desaparecimento de Lucie em Imbé?
Segundo o registro policial, Luzinha foi vista pela última vez em Santa Terezinha, onde morava sozinha. O boletim de ocorrência foi formalizado no dia 29 de dezembro.
Desde então, a Delegacia de Polícia de Imbé realiza diligências, mas esbarra na falta de testemunhas e de sinais objetivos.
O delegado Rodrigo Nunes resume o cenário: nenhuma informação concreta sobre o paradeiro foi confirmada até agora.
Dentro da casa, os detalhes chamaram atenção
- Portas e janelas abertas;
- Bolachas sobre a mesa, como se a refeição tivesse sido interrompida;
- Chinelos da moradora do lado de fora do imóvel;
- Nenhum contato posterior com familiares ou vizinhos.
Há suspeita de crime ou saída voluntária?
A investigação trabalha com mais de uma hipótese. A polícia não descarta:
- Saída repentina por motivo pessoal;
- Acidente ainda não identificado;
- Ou possível crime.
A ausência de vestígios claros é justamente o que mais preocupa. Em casos assim, cada hora conta.
Resumo rápido
P: Quem desapareceu?
R: Lucie Rodrigues Madeira, 42 anos, conhecida como Luzinha.
P: Quando ela sumiu?
R: Em 17 de dezembro, no bairro Teresinha, em Imbé.
P: O que intriga a polícia?
R: Casa aberta, comida na mesa e nenhum contato desde então.





















