A prisão de um homem por agredir a companheira em Imbé, mesmo com medida protetiva em vigor, expõe uma falha crítica na proteção de vítimas de violência doméstica. O caso aconteceu na noite de sábado (28), no balneário Nordeste, e reforça um cenário recorrente no Rio Grande do Sul: o descumprimento de ordens judiciais que deveriam impedir novos ataques.
O que aconteceu no caso em Imbé
De acordo com a Guarda Municipal de Imbé (GMI), agentes foram acionados após denúncia de agressão na Avenida Paraguassú. Ao chegarem ao local, encontraram a vítima, que relatou ter sido atacada com diversos socos pelo corpo.
Segundo o relato, o agressor derrubou a mulher no chão e continuou as agressões, interrompendo apenas quando uma amiga interveio.
A vítima também informou que já possuía uma medida protetiva contra o suspeito.
Suspeito foi localizado e preso em flagrante
Com base nas informações repassadas, a Guarda Municipal realizou buscas e encontrou o homem nas proximidades do local da ocorrência. Ele foi detido e encaminhado para os procedimentos legais.
- Ambos foram levados ao Pronto Atendimento 24h
- Realizaram exames de corpo de delito
- Foram encaminhados à Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA) de Tramandaí
- A prisão em flagrante foi decretada
Conforme a GMI, o homem já possuía antecedentes por:
- Furto simples
- Furto qualificado
- Lesão corporal contra a própria companheira
Em resumo
O agressor foi preso?
Sim. Ele foi localizado pela Guarda Municipal e teve a prisão em flagrante decretada.
Havia medida protetiva contra ele?
Sim. A vítima informou que já possuía medida protetiva vigente, o que agravou o caso.





















