Homem preso preventivamente admitiu o crime e alegou surto. Caso é tratado como incêndio doloso no contexto de violência doméstica.
Rio Grande amanheceu com cheiro de fumaça e revolta no bairro Mangueira. Um homem preso nesta semana confessou à Polícia Civil que ateou fogo na casa da ex-namorada após não aceitar o fim do relacionamento.
O ataque destruiu móveis, roupas e lembranças. A vítima perdeu praticamente tudo e, segundo a investigação, segue abalada emocionalmente.
O que aconteceu no bairro Mangueira?
O incêndio foi registrado no domingo (8). Em nossas apurações, moradores relataram correria, chamas altas e medo de que o fogo se espalhasse para casas vizinhas.
O suspeito foi localizado e preso preventivamente. No depoimento, confessou ter provocado o incêndio e afirmou que agiu durante um surto, alegando falta de medicamentos.
O que disse a Polícia Civil?
A delegada Alexandra Sosa, da Delegacia de Proteção aos Grupos Vulneráveis, detalhou o impacto do crime.
“Ela tentou terminar a relação uma semana antes e ele não aceitou. Ela está muito abalada porque perdeu tudo. Além do dano patrimonial, ela está muito abalada psicologicamente porque ela nunca imaginou que ele poderia fazer isso”, relatou.
Segundo a delegada, no dia da prisão o homem afirmou que estava medicado e, por isso, reagiu com tranquilidade à abordagem.
Por que o caso é tratado como violência doméstica?
A polícia investiga o episódio como incêndio doloso no contexto de violência doméstica e familiar. Apesar do histórico de conflito, a mulher não possuía medida protetiva vigente no momento do ataque.
- Crime: incêndio intencional (doloso)
- Motivação: não aceitação do término
- Contexto: violência doméstica
- Situação do suspeito: preso preventivamente
- Local: Penitenciária Estadual de Rio Grande
Resumo rápido
P: O suspeito confessou o incêndio?
R: Sim. Ele admitiu à Polícia Civil que ateou fogo na casa da ex.
P: Qual a motivação apontada?
R: Não aceitou o término do relacionamento e alegou ter agido em surto.
P: Onde ele está agora?
R: Preso preventivamente na Penitenciária Estadual de Rio Grande.





















