Homem embriagado teria matado mulher na beira da praia
Um homem de 33 anos foi preso temporariamente na tarde desta sexta-feira (24) em Rio Grande, no litoral sul do Rio Grande do Sul, suspeito de envolvimento em um feminicídio ocorrido no início de outubro na Praia do Cassino.
Segundo a Polícia Civil, o crime vitimou uma mulher de 46 anos, encontrada morta com um ferimento de tiro no rosto na faixa de areia, nas proximidades da estátua de Iemanjá.
Suspeito já tinha antecedentes por crimes violentos
De acordo com o delegado Lucas Lima, responsável pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Rio Grande, a prisão ocorreu após a investigação reunir provas que colocam o suspeito no local do crime.
O veículo usado na ação criminosa foi apreendido, e a linha de investigação aponta que o homem estava embriagado no dia do assassinato.
“O suspeito estaria embriagado e possui antecedentes por duas tentativas de homicídio e porte ilegal de arma de fogo”, afirmou o delegado.
Drogas encontradas durante cumprimento de mandado
Durante o cumprimento do mandado de busca e apreensão, a Polícia Civil também localizou entorpecentes na residência do investigado.
Com isso, ele acabou preso em flagrante por tráfico de drogas, além da prisão temporária pelo feminicídio.
A Polícia Civil segue investigando para esclarecer a motivação e a dinâmica do crime, que teria ocorrido após um desentendimento relacionado a uma prática sexual, conforme indicam os primeiros levantamentos.
Vítima vivia em situação de rua
A vítima, identificada apenas como uma mulher de 46 anos, vivia em situação de rua e teria conhecido o suspeito nas proximidades da praia.
As investigações apontam que ela foi morta atingida por um disparo de arma de fogo no rosto, e nenhum outro envolvido é suspeito até o momento.
Relembre o caso
O corpo foi encontrado no dia 6 de outubro, na Praia do Cassino, um dos balneários mais conhecidos do Sul do Brasil.
O crime chocou moradores e frequentadores da região, reacendendo o debate sobre violência de gênero e vulnerabilidade social.
O caso é tratado oficialmente como feminicídio, e o suspeito permanece à disposição da Justiça.





















