Gripe aviária: 30 aves já morreram no Litoral Sul

Gripe aviária já provocou a morte de 30 aves na Estação Ecológica do Taim, em Rio Grande, no Litoral Sul do Rio Grande do Sul, segundo atualização oficial de segunda-feira…
Gripe aviária
Foto: EESC TAIM/Divulgação

Gripe aviária já provocou a morte de 30 aves na Estação Ecológica do Taim, em Rio Grande, no Litoral Sul do Rio Grande do Sul, segundo atualização oficial de segunda-feira (16).

O foco está concentrado na Lagoa da Mangueira, área que integra a unidade de conservação e segue interditada desde o início de março.

Quais aves morreram e onde foram encontradas?

De acordo com a administração da reserva, foram identificadas:

  • 28 cisnes-brancos
  • 2 garças-mouras

As aves foram localizadas já sem vida na região da lagoa.

Por que a Estação Ecológica do Taim segue fechada?

A interdição começou em 3 de março, após a confirmação do foco de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (H5N1).

Não há previsão de reabertura. O acesso só será liberado quando o foco for considerado controlado pelas autoridades sanitárias.

Gripe aviária pode afetar humanos?

A doença é altamente contagiosa entre aves, mas a transmissão para humanos é considerada rara.

O risco existe principalmente em casos de contato direto com aves doentes, secreções ou carcaças.

Há impacto no consumo de carne de frango e ovos?

Segundo a Secretaria da Agricultura do RS, não há risco no consumo de produtos avícolas.

O vírus não é transmitido pela ingestão de carne ou ovos devidamente preparados.

Além disso, o estado e o Brasil seguem com status sanitário de áreas livres da doença para fins comerciais.

O que pode acontecer nos próximos dias?

A tendência é de monitoramento intensivo na região do Taim, com novas vistorias e possível ampliação da área de restrição caso surjam novos casos.

Resumo rápido

Quantas aves morreram?
R: 30 aves — 28 cisnes-brancos e 2 garças-mouras.

O local está aberto?
R: Não. A Estação Ecológica do Taim segue interditada.

Há risco ao consumir frango e ovos?
R: Não. O consumo segue seguro, segundo autoridades.

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Amanda da Silveira Ferrari é estudante de Jornalismo pela UNISINOS, com experiência em produção de conteúdo, jornalismo de dados e comunicação pública.

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