RS registra 22º feminicídio de 2026 após assassinato de jovem

Camaquã voltou ao centro das estatísticas de violência contra a mulher no Rio Grande do Sul. Na noite de sexta-feira (14), Angélica Inês Strelow, de 28 anos, foi morta a…
RS registra 22º feminicídio de 2026 após assassinato de jovem

Camaquã voltou ao centro das estatísticas de violência contra a mulher no Rio Grande do Sul. Na noite de sexta-feira (14), Angélica Inês Strelow, de 28 anos, foi morta a facadas dentro de casa no bairro Viegas. O crime é tratado pela Polícia Civil como feminicídio.

O principal suspeito é o ex-companheiro da vítima, que foi preso em flagrante logo após o ataque. Segundo a investigação inicial, o casal estava separado havia cerca de três anos.

O crime ocorreu por volta das 23h30 no interior do imóvel onde Angélica estava. No momento do ataque, duas filhas do casal, de 11 e 6 anos, estavam na residência, além de outras três crianças.

Equipes do Instituto-Geral de Perícias (IGP) foram acionadas para realizar os levantamentos técnicos no local.

O que se sabe sobre o feminicídio em Camaquã

  • Vítima: Angélica Inês Strelow, 28 anos
  • Local: bairro Viegas, em Camaquã
  • Data: noite de sexta-feira
  • Suspeito: ex-companheiro da vítima
  • Situação: preso em flagrante
  • Crianças presentes: cinco estavam no imóvel

O caso segue sob investigação da Polícia Civil, que busca esclarecer a dinâmica completa do crime e ouvir testemunhas.

Prefeitura de Camaquã se manifesta após o crime

Em nota oficial, a Prefeitura de Camaquã afirmou que recebeu a notícia com profundo pesar e indignação, classificando o assassinato como um ato brutal de violência contra a mulher.

O município destacou que a morte de Angélica representa uma perda para toda a comunidade e reforçou o compromisso de ampliar políticas públicas de segurança e proteção às mulheres.

A administração municipal também citou a criação da Secretaria de Segurança e Mobilidade Urbana, que deve atuar em conjunto com forças policiais para fortalecer ações de prevenção à violência.

Por que o caso acende novo alerta no RS

Com a morte de Angélica, o Rio Grande do Sul chega a 22 feminicídios registrados apenas em 2026, número que mantém o tema entre os principais desafios da segurança pública no Estado.

Quem acompanha a área de segurança sabe que grande parte desses crimes ocorre dentro de casa e envolvendo ex-companheiros, o que torna a prevenção mais complexa e exige atuação integrada entre polícia, justiça e rede de proteção social.

Resumo Rápido

P: Quem foi a vítima?
R: Angélica Inês Strelow, de 28 anos.

P: Quem é o suspeito?
R: O ex-companheiro da vítima, preso em flagrante.

P: Quantos feminicídios o RS registra em 2026?
R: O caso elevou o número para 22 no Estado.

Perguntas frequentes sobre o caso

Onde aconteceu o crime?
No bairro Viegas, na cidade de Camaquã, região sul do Rio Grande do Sul.

Quando ocorreu o feminicídio?
Na noite de sexta-feira, por volta das 23h30.

O suspeito foi preso?
Sim. O ex-companheiro da vítima foi preso em flagrante pela polícia.

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Jornalista com formação pela UNISINOS (2010) e fundador do Litoralmania, o portal de notícias mais antigo em atividade no interior do RS. Atua desde 2002 na gestão completa do veículo, com ampla experiência em jornalismo digital, produção de conteúdo, projetos e relacionamento com o público.

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