Mulher some, pais vão atrás e trio desaparece no RS

Sumiço envolve comerciante, os pais idosos e uma postagem enigmática nas redes sociais; polícia afirma que não há registro de acidente no trajeto citado Família desaparecida em Cachoeirinha mobiliza a…
Mulher some, pais vão atrás e trio desaparece no RS

Sumiço envolve comerciante, os pais idosos e uma postagem enigmática nas redes sociais; polícia afirma que não há registro de acidente no trajeto citado

Família desaparecida em Cachoeirinha mobiliza a Polícia Civil após um detalhe que intriga investigadores: a filha publicou que sofreu um acidente na volta de Gramado, mas não existe qualquer ocorrência no trecho. Horas depois, os pais saíram para encontrá-la — e ninguém mais foi visto desde então.

O que se sabe até agora sobre o desaparecimento

Silvana Germann de Aguiar, 48 anos, foi vista pela última vez entre os dias 24 e 25 de janeiro. Ela mora em Cachoeirinha, na Região Metropolitana, e é mãe de um menino de nove anos.

Segundo a investigação, ela fez três publicações nas redes sociais relatando um suposto acidente de trânsito e informando que ficaria sem sinal por algumas horas.

O problema: não há registro de acidente no local citado.

Preocupados, os pais dela, Isail Vieira de Aguiar, 69, e Dalmira Germann de Aguiar, 70, teriam saído de casa para procurá-la. Desde então, também desapareceram.

  • Três pessoas desaparecidas da mesma família;
  • Contatos interrompidos em momentos diferentes;
  • Mercado da família fechado desde o dia 25;
  • Celulares sem receber mensagens;
  • Sem registros oficiais do acidente mencionado.

Por que o caso chama atenção da polícia

De acordo com o delegado Anderson Spier, da 1ª Delegacia de Polícia Regional Metropolitana, o comportamento foge totalmente ao padrão da família.

Eles costumavam avisar parentes e funcionários sempre que se ausentavam. O fechamento repentino do mercado, que funciona junto à casa, reforçou o alerta.

Além disso, a sequência de eventos levanta dúvidas:

  • Primeiro, a postagem sobre o acidente;
  • Depois, a perda de sinal e ausência de respostas;
  • Na sequência, os pais saem sem informar destino;
  • Todos deixam de manter contato simultaneamente.

Publicação cita acidente que não aconteceu

Nas redes sociais, Silvana escreveu: “tivemos um acidente essa noite”. Em seguida, afirmou que ficaria sem sinal por algumas horas. No dia seguinte, agradeceu orações e disse estar em recuperação.

Após essas mensagens, não houve novas postagens.

Para a polícia, a inexistência de registro em hospitais, concessionárias ou órgãos de trânsito no trecho Gramado–Região Metropolitana é um dos pontos centrais da investigação.

O que está acontecendo e por quê

Investigadores trabalham com diferentes hipóteses, desde problemas de comunicação até ocorrência criminosa. Câmeras de monitoramento públicas e privadas estão sendo solicitadas para rastrear deslocamentos.

Testemunhas próximas à família também devem ser ouvidas para reconstituir os últimos contatos e horários.

Casos de desaparecimento múltiplo do mesmo núcleo familiar são raros e exigem cruzamento de dados como:

  • Geolocalização de celulares;
  • Transações bancárias;
  • Registros de pedágio e rodovias;
  • Imagens de câmeras urbanas e comerciais.

Análise: impacto direto para a comunidade

Além do drama familiar, o caso afeta a rotina do bairro. O mercado mantido pelos idosos está fechado há dias.

Para especialistas em segurança pública, quanto mais rápido surgirem imagens ou testemunhos, maiores são as chances de localizar o trio.

A polícia orienta que qualquer informação seja comunicada imediatamente às autoridades.

Como ajudar nas buscas

  • Compartilhar fotos recentes dos desaparecidos;
  • Informar movimentações suspeitas à Polícia Civil;
  • Relatar possíveis avistamentos em rodovias ou hospitais;
  • Evitar divulgar boatos não confirmados.

Em resumo

Quem desapareceu?

Silvana, 48 anos, e os pais, de 69 e 70 anos, moradores de Cachoeirinha.

O acidente aconteceu?

Não. A polícia afirma que não há registro oficial de acidente no trecho citado.

O que a polícia faz agora?

Coleta imagens de câmeras, ouve testemunhas e rastreia dados para localizar a família.

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Jornalista com formação pela UNISINOS (2010) e fundador do Litoralmania, o portal de notícias mais antigo em atividade no interior do RS. Atua desde 2002 na gestão completa do veículo, com ampla experiência em jornalismo digital, produção de conteúdo, projetos e relacionamento com o público.

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