Carnes com moscas e produtos mofados: veja o que foi apreendido
A Força-Tarefa Segurança dos Alimentos realizou uma operação na quarta-feira (24) em Salto do Jacuí, resultando na apreensão de 1,58 tonelada de alimentos impróprios para consumo.
A ação ocorreu em seis estabelecimentos comerciais da cidade, todos autuados por comercialização de produtos inseguros.
O foco da operação foi garantir a saúde da população e coibir práticas que colocam em risco a segurança alimentar.
Entre os produtos recolhidos estavam carnes com alterações organolépticas, alimentos vencidos, mofados, sem procedência e produtos coloniais sem selo de inspeção.
Também foi identificada a venda de álcool proibido.
O Ministério Público não divulgou o nome dos estabelecimentos.
Alimentos apreendidos apresentavam condições inadequadas
Durante a fiscalização, os agentes identificaram diferentes irregularidades:
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Carnes alteradas: com mudanças visíveis na cor, odor e textura, além da presença de insetos, como moscas.
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Alimentos vencidos: produtos que já ultrapassaram a validade legal.
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Produtos coloniais sem procedência: itens artesanais sem selo de inspeção sanitária ou documentação que comprove a origem.
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Mofados e deteriorados: alimentos armazenados de forma inadequada e em condições insalubres.
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Álcool proibido à venda: comercialização de bebidas não autorizadas, proibidas por lei.
A importância da fiscalização
A Força-Tarefa Segurança dos Alimentos atua de forma contínua para identificar irregularidades e proteger a saúde pública.
Além de recolher produtos impróprios, a equipe realiza orientações aos comerciantes sobre boas práticas de armazenamento, manipulação e comercialização de alimentos.
Como denunciar irregularidades
A população pode colaborar denunciando produtos suspeitos ou estabelecimentos irregulares aos órgãos responsáveis.
Em caso de suspeita de alimentos impróprios ou álcool proibido, a denúncia deve ser feita à Vigilância Sanitária ou à Força-Tarefa do Programa Segurança dos Alimentos.
Fizeram parte da operação o coordenador do Centro de Apoio Operacional do Consumidor e da Ordem Econômica, procurador de Justiça André Ricardo Colpo Marchesan, e o promotor de Justiça Alcindo Luz Bastos da Silva Filho, da Defesa do Consumidor de Porto Alegre, além de servidores do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO/MPRS), representantes da Vigilância Sanitária Municipal de Salto do Jacuí, da Secretaria Estadual da Saúde, da Secretaria Estadual da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (SEAPI), e da Patrulha Ambiental da Brigada Militar (PATRAM).























