5 filmes imperdíveis para assistir no Globoplay 

Confira longas marcantes que provocam reflexões sobre a sociedade

Com uma seleção que atravessa diferentes estilos e épocas, o Globoplay oferece títulos capazes de envolver, surpreender e provocar reflexão. Entre histórias intensas, personagens cativantes e tramas bem construídas, a plataforma reúne produções premiadas que se destacam pela qualidade, pelo cuidado narrativo e pela capacidade de abordar temas relevantes com profundidade, transitando entre diferentes realidades e perspectivas.

A seguir, veja 5 filmes imperdíveis para assistir no Globoplay!

1. Menina de Ouro (2004)

Em “Menina de Ouro”, uma jovem determinada encontra no boxe a chance de transformar sua vida ao lado de um treinador marcado pelo passado (Imagem: Reprodução Digital | EUROPA FILMES)

O longa acompanha Frankie Dunn (Clint Eastwood), um treinador experiente marcado por frustrações e pela solidão, que leva uma rotina rígida em seu ginásio até ser surpreendido pela chegada de Maggie Fitzgerald (Hilary Swank), uma jovem determinada a construir uma carreira no boxe. Mesmo resistente à ideia de treiná-la, ele acaba cedendo diante da insistência e da dedicação dela.

Com a orientação de Frankie e o olhar atento de Scrap (Morgan Freeman), Maggie evolui rapidamente e passa a se destacar nos ringues, enfrentando adversárias cada vez mais desafiadoras. Ao longo dessa trajetória, forma-se entre eles um vínculo profundo, que vai além do esporte. Quando sua carreira atinge um momento decisivo, acontecimentos inesperados colocam à prova a força emocional dos personagens, conduzindo a história por caminhos intensos e transformadores.

2. Que Horas Ela Volta? (2015)

Imagem de uma mulher mais velha com cabelo preso, usando óculos preto e camisa de manga curta branca caminhando ao lado de jovem com o cabelo curto cacheado preso parcialmente usando uma regata rosa e calça jeans
Em “Que Horas Ela Volta?”, a chegada da filha de Val abala as relações e expõe desigualdades dentro de uma casa (Imagem: Reprodução digital | PANDORA FILMES e PARIS FILMES)

O filme mostra a vida de Val (Regina Casé), natural de Pernambuco, que deixa a filha Jéssica (Camila Márdila) aos cuidados de familiares para trabalhar como empregada doméstica em São Paulo. Ao longo dos anos, ela passa a viver na casa dos patrões, dedicando-se também à criação de Fabinho (Michel Joelsas), com quem desenvolve uma relação próxima.

Mais de uma década depois, com a aproximação do vestibular, Jéssica decide ir à capital para realizar a prova e procura a mãe. A jovem é acolhida na residência, mas sua postura segura e independente rompe com as normas silenciosas que organizam aquele espaço. Esse choque de perspectivas leva Val a confrontar sua própria trajetória, colocando em questão limites, afetos e o papel que ocupa naquele ambiente.

3. Bacurau (2019)

Diversas pessoas carregando um caixão e acompanhando um cortejo
No filme “Bacurau”, os moradores precisam encontrar uma forma de defender o vilarejo onde moram (Imagem: Reprodução digital | VITRINE FILMES e Globo Filmes)

Dirigido por Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, o filme retrata a história de um vilarejo fictício no sertão nordestino do Brasil. Após a morte de Dona Carmelita, os moradores de Bacurau percebem que a comunidade desapareceu dos mapas e passam a notar acontecimentos incomuns, como drones sobrevoando a região e a presença de estrangeiros na área.

À medida que pessoas começam a desaparecer de forma misteriosa, cresce a tensão entre os habitantes, que precisam se organizar para proteger o território e preservar sua identidade. Misturando elementos de ficção científica, suspense e crítica social, o longa aborda temas como resistência coletiva, desigualdade e disputas de poder, construindo uma narrativa intensa sobre sobrevivência e pertencimento. Ao valorizar saberes locais e a união da comunidade, a história evidencia a força de quem se recusa a ser apagado.

4. Parasita (2019)

Imagem de um jardim com homem com cabelo curto, usando camisa de manga curta azul-escura e calça preta parado na grama com tarja preta nos olhos, um casal sentado em cadeiras usando roupas claras e tarja preta nos olhos e um jovem ao fundo usando calça preta, camisa jeans e camiseta cinza com tarja preta nos olhos
Em “Parasita”, uma família pobre se infiltra na vida de uma família rica e desencadeia uma trama tensa, marcada por segredos e desigualdades (Imagem: Reprodução digital | PANDORA FILMES)

A história acompanha a família Kim, que vive em condições precárias e encontra uma oportunidade de mudar de vida quando o filho mais velho consegue um emprego como professor particular na casa de uma família rica. Aos poucos, com astúcia e estratégia, os demais membros também passam a trabalhar no local, assumindo diferentes funções sem revelar o vínculo entre si.

À medida que se infiltram no cotidiano dos patrões, criam uma convivência marcada por interesses e aparências. No entanto, acontecimentos inesperados revelam segredos ocultos e fazem com que a relação entre as duas famílias se torne cada vez mais tensa. Misturando humor, crítica social e suspense, o filme constrói uma narrativa imprevisível sobre desigualdade, ambição e os limites entre classes sociais.

5. Ainda Estou Aqui (2024) 

Família reunida à beira-mar em uma cena ensolarada do filme "Ainda Estou Aqui"; Eunice, Rubens e dois filhos
Em “Ainda estou aqui”, Eunice vive os desafios de criar seus filhos após o desaparecimento de seu marido durante a Ditadura Militar (Imagem: Reprodução digital | SONY PICTURES)

Ambientado na década de 1970, o longa é inspirado no livro autobiográfico de Marcelo Rubens Paiva e acompanha a trajetória de Eunice Paiva (Fernanda Torres), mulher que precisou reconstruir a própria vida em meio às consequências da Ditadura Militar no Brasil. Após a prisão e o desaparecimento de seu marido, o ex-deputado Rubens Paiva (Selton Mello), ela se vê diante de um cenário de incertezas, vigilância e silêncio forçado.

Determinada a proteger os filhos e manter a família unida, Eunice enfrenta não apenas a dor da perda, mas também os impactos emocionais e sociais de um período marcado pela repressão. Ao longo dos anos, sua história ganha novos contornos quando surgem desafios ligados à memória e à identidade, aprofundando ainda mais o retrato de sua resistência. Com sensibilidade, o filme constrói uma narrativa sobre coragem, afeto e permanência, destacando a força de uma mulher que atravessa diferentes fases da vida sem perder sua essência.

Receba as principais notícias no seu WhatsApp

Este conteúdo foi produzido em parceria com colaborador do Portal Litoralmania. O Litoralmania revisa, edita e publica o material assegurando qualidade, apuração e transparência, mantendo seu compromisso com informações confiáveis e bem fundamentadas.

Notícias relacionadas