A tempestade que atingiu Porto Alegre na tarde desta segunda-feira (23) impactou diretamente as operações no Aeroporto Internacional Salgado Filho, provocando atrasos e obrigando aeronaves a aguardarem em voo por melhores condições.
Ao menos seis aviões das companhias Latam, Azul e Gol tiveram o pouso retardado. Em vez de seguir diretamente para a capital, as aeronaves precisaram sobrevoar áreas do Litoral Norte do RS e da divisa com Santa Catarina.
Por que os aviões ficaram em espera no ar?
De acordo com as comunicações com a torre de controle, a combinação de chuva intensa e rajadas de vento comprometeu a aproximação segura das aeronaves.
A torre atualizava constantemente as condições meteorológicas, mas a decisão final de pousar ou arremeter era dos pilotos, conforme os protocolos de segurança da aviação.
Durante a espera, um dos comandantes relatou a dificuldade de avançar na rota original:
“Tem uma parede, uma formação significativa aqui e a gente não tem como penetrar”, informou o piloto do voo 3476, procedente de Curitiba, ao solicitar uma rota alternativa.
Quando a situação começou a normalizar?
Por volta das 17h30, as condições começaram a melhorar, permitindo que os pousos fossem realizados em sequência no aeroporto da capital.
Mesmo assim, os impactos foram sentidos ao longo da operação. Em média, os voos registraram cerca de 30 minutos de atraso, o que também afetou as decolagens seguintes.
Resumo Rápido da tempestade
P: O que aconteceu?
R: Tempestade causou atrasos e aeronaves ficaram em espera antes de pousar em Porto Alegre.
P: Quanto tempo de atraso?
R: Em média, cerca de 30 minutos por voo.
P: Pode acontecer de novo?
R: Sim. Instabilidade climática segue sendo um fator de risco nos próximos dias.





















