O que aconteceu na BR-101 em Torres?
Policiais rodoviários federais abordaram um Ford Fiesta, com placas de Tubarão/SC, durante ação de combate ao crime.
Antes mesmo da revista completa, o cheiro característico de maconha denunciava que havia algo errado.
No porta-malas, foram encontrados:
- 105 tabletes de maconha (69,5 kg)
- 5 tabletes de crack (5,1 kg)
No total, mais de 74 quilos de entorpecentes.
A motorista, de 28 anos, natural de Tubarão, já possuía registro anterior por suspeita de furto. Ela foi presa em flagrante e encaminhada à delegacia, junto com a droga. O veículo ficou apreendido.

Por que Torres virou ponto estratégico para o tráfico?
Quem acompanha o noticiário policial sabe: Torres está no mapa logístico do crime.
A cidade é a porta de entrada do Rio Grande do Sul pela BR-101. Quem vem do eixo Sul catarinense encontra ali o corredor natural para abastecer o Litoral Norte, a Região Metropolitana e até a Serra.
Comparativo: por que a BR-101 é tão usada?
- Rodovia duplicada → tráfego intenso dilui suspeitas
- Fluxo turístico constante → veículos de fora não chamam atenção
- Conexão rápida com Porto Alegre → distribuição ágil
- Integração com BR-290 e BR-116 → múltiplas rotas de fuga
O que vimos na prática é que o tráfico tem migrado para veículos menores e motoristas aparentemente “comuns”. Menos ostentação, menos suspeita.
Qual o impacto dessa apreensão?
Mais de 70 kg de drogas fora de circulação significam milhares de porções que deixaram de chegar às ruas.
Especialistas estimam que cargas desse porte podem movimentar centenas de milhares de reais na ponta final do varejo ilegal.
Não é apenas uma prisão. É uma quebra de engrenagem temporária na cadeia de abastecimento.
Resumo Rápido
P: Quantos quilos de droga foram apreendidos?
R: 69,5 kg de maconha e 5,1 kg de crack, totalizando mais de 74 kg.
P: Onde ocorreu a prisão?
R: Na BR-101, em Torres, no Litoral Norte do RS.
P: A motorista tinha antecedentes?
R: Sim, havia registro anterior por suspeita de furto.





















