Corpo de técnica de enfermagem foi localizado após quatro dias de buscas. Investigação apura dinâmica do crime e celular segue desaparecido.
Balneário Pinhal acordou em silêncio no fim de semana com uma notícia difícil de digerir. O corpo de Ana Paula Lacerda Alves, 40 anos, foi encontrado enterrado em uma cova rasa nas dunas, após quatro dias de desaparecimento.
O que começou como ausência de respostas no celular terminou com sirenes, perícia e uma investigação de homicídio aberta pela Polícia Civil do Litoral Norte.
Como o corpo foi localizado nas dunas de Balneário Pinhal?
A delegada Luana Tamiozzo Medeiros relatou que a família estranhou o sumiço ainda na terça-feira (3). Mensagens sem retorno acenderam o alerta.
Quando parentes foram até a residência, encontraram a casa aberta, sem sinais de arrombamento. O cenário levantou a suspeita de que algo estava errado.
O desaparecimento foi comunicado oficialmente na sexta-feira (6). No sábado (7), equipes da Polícia Civil e da Brigada Militar iniciaram buscas nas dunas próximas ao imóvel.
Durante as diligências, os agentes encontraram o corpo enterrado de forma superficial na areia.
O que a investigação já sabe até agora?
- Possível morte violenta: suspeita de golpes de faca
- Causa oficial: depende de laudo da perícia
- Celular da vítima: não localizado
- Testemunhas: estão sendo ouvidas
- Motivação: ainda indefinida
Embora não haja indicativos claros de feminicídio, a hipótese permanece em análise.
Quem era Ana Paula?
Ana Paula trabalhava como técnica de enfermagem, era separada e morava sozinha na casa da praia. Natural de Gravataí, foi sepultada na manhã de segunda-feira (9), na Região Metropolitana.
Por que o celular pode ser peça-chave?
Para investigadores, o aparelho pode ajudar a reconstruir as últimas horas da vítima — contatos recentes, localização e mensagens.
Sem o telefone, parte da linha do tempo fica no escuro, o que costuma atrasar a identificação de suspeitos.
Resumo rápido
P: Onde o corpo foi encontrado?
R: Em uma cova rasa nas dunas de Balneário Pinhal.
P: A causa da morte já foi confirmada?
R: Não. A perícia ainda analisa, mas há suspeita de facadas.
P: Existe suspeita de feminicídio?
R: Ainda não há indícios, mas a hipótese não foi descartada.





















