Pesquisa eleitoral no RS
Pesquisa eleitoral no RS revela um cenário de forte polarização política na disputa pelo governo estadual e uma corrida extremamente equilibrada para o Senado Federal nas eleições de 2026.
Os dados são de um levantamento realizado pela Brasmarket, que mapeou as intenções de voto do eleitorado gaúcho tanto para o Palácio Piratini quanto para as duas cadeiras em jogo na Câmara Alta do Congresso Nacional.
O estudo indica que o pleito deve ser marcado por disputa ideológica intensa, fragmentação de votos e um elevado índice de indecisos — fator que pode alterar significativamente o quadro ao longo dos próximos meses.
🔴 Disputa pelo governo do RS começa polarizada
A pesquisa estimulada para o governo do Rio Grande do Sul aponta o deputado federal Luciano Zucco (PL) como líder isolado das intenções de voto, com 29,3% da preferência do eleitorado.
O desempenho coloca o parlamentar em posição de vantagem no cenário atual, impulsionado pelo eleitorado conservador e alinhado à direita no Estado.
Na segunda colocação aparece Edegar Pretto (PT), atual presidente da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), que soma 17% das intenções.
O petista surge como o principal nome do campo progressista e desponta como adversário direto de Zucco em um possível segundo turno.
📊 Confira os números da pesquisa estimulada para governador:
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Luciano Zucco (PL) – 29,3%
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Edegar Pretto (PT) – 17%
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Juliana Brizola (PDT) – 11%
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Gabriel Souza (MDB) – 6%
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Covatti Filho (PP) – 3%
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Marcelo Maranata (PSDB) – 1,5%
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Ernani Polo (PP) – 0,8%
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Não sabe / Sem resposta – 25,8%
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Branco / Nulo – 5,6%
🟡 Terceira via tenta espaço em meio à polarização
Apesar da liderança clara dos dois primeiros colocados, a pesquisa mostra que há espaço para crescimento de candidaturas alternativas.
A ex-deputada estadual Juliana Brizola (PDT) aparece com 11%, consolidando-se como principal nome da chamada terceira via até o momento.
Já o vice-governador Gabriel Souza (MDB) registra 6%, percentual considerado relevante neste estágio inicial da corrida eleitoral.
Analistas apontam que alianças partidárias, desempenho em debates e o contexto econômico e social do Estado serão determinantes para redefinir esse cenário.
🏛️ Senado: Eduardo Leite e Van Hattem protagonizam duelo direto
Na disputa pelas duas vagas ao Senado Federal, o levantamento da Brasmarket indica um cenário de equilíbrio absoluto entre o deputado federal Marcel Van Hattem (Novo) e o atual governador Eduardo Leite (PSD).
🗳️ Pesquisa estimulada – 1º voto para o Senado:
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Marcel Van Hattem (Novo) – 27,2%
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Eduardo Leite (PSD) – 24%
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Manuela D’Ávila (PSol) – 11%
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Sanderson (PL) – 8,6%
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Paulo Pimenta (PT) – 5%
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Não sabe / Sem resposta – 18%
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Branco / Nulo – 6,2%
Van Hattem lidera o primeiro voto, com vantagem estreita sobre Leite, evidenciando forte competitividade entre os dois nomes mais conhecidos do eleitorado gaúcho.
🔄 Segundo voto inverte posições e mantém disputa aberta
No segundo voto, o cenário se inverte, com Eduardo Leite assumindo a liderança, seguido de perto por Van Hattem — uma dinâmica que reforça a imprevisibilidade da eleição.
🗳️ Pesquisa estimulada – 2º voto para o Senado:
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Eduardo Leite (PSD) – 22%
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Marcel Van Hattem (Novo) – 20,6%
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Manuela D’Ávila (PSol) – 8,5%
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Paulo Pimenta (PT) – 8%
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Sanderson (PL) – 8%
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Não sabe / Sem resposta – 24%
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Branco / Nulo – 8,9%
A ex-deputada Manuela D’Ávila (PSol) mantém desempenho consistente nos dois votos, figurando como terceira força na disputa, enquanto os altos índices de indecisos indicam amplo espaço para mudanças.
📈 Alto índice de indecisos pode redefinir o cenário
Um dos dados mais relevantes da pesquisa eleitoral no Rio Grande do Sul é o percentual expressivo de eleitores que ainda não sabem em quem votar ou optam por branco e nulo, tanto na corrida ao governo quanto ao Senado.
Especialistas avaliam que esse contingente será decisivo e tende a reagir a fatores como:
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alianças partidárias,
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desempenho em debates,
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cenário econômico,
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influência nacional da eleição presidencial.
🔎 O que a pesquisa indica para 2026?
O levantamento aponta que o Rio Grande do Sul caminha para uma eleição altamente competitiva, marcada por:
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polarização ideológica,
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disputa voto a voto no Senado,
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e possibilidade real de segundo turno para o governo estadual.
Com mais de um ano até o pleito, o cenário ainda é fluido, mas os números atuais já desenham os principais protagonistas da corrida eleitoral de 2026.





















