Osório: marquise, desabafo de um laçador…

Marquise A marquise de um prédio desabou, na madrugada dessa quinta-feira (10), na Rua Marechal Floriano, no centro de Osório. Por muita sorte, o fato ocorreu na madrugada. Tivesse sido…
Marquise

A marquise de um prédio desabou, na madrugada dessa quinta-feira (10), na Rua Marechal Floriano, no centro de Osório. Por muita sorte, o fato ocorreu na madrugada. Tivesse sido em um horário comercial, certamente teríamos uma tragédia.

Cabe as autoridades uma fiscalização mais rígida em nossos prédios, para que acontecimentos como este não voltem a ocorrer.

Mas, como, volta e meia o tema volta ao noticiário em alguma parte do estado, certamente deveremos ver novamente eventos como este, sem que ninguém faça nada para coibir.

Osório: marquise, desabafo de um laçador... 10

Peixe Mar

Conversando com um cidadão da praia de Atlântida Sul, segundo ele, o evento este ano foi o melhor de todos, mas, deixou uma dúvida.

Por que um estabelecimento localizado na Praça Integração, vendia cerveja da Ambev, enquanto, todos os outros vendiam Kaiser? E ainda, indagou-me, se este comércio foi licitado para estar ali?

Deixo a palavra com a Assessoria de Imprensa da Prefeitura, que se tiverem uma resposta para esta indagação, podem enviar-me que será divulgado neste espaço na semana que vem.

Laço

Recebi por e-mail, um manifesto de um laçador, pedindo se possível, para publicar na coluna, sua indignação quanto o que ocorreu na campeira, no Rodeio de 2010.

Como este espaço é do internauta, encerro por aqui minhas colocações da semana, até porque o desabafo deste laçador é meio longo. Temendo alguma represália do MTG, ele pediu para que seu nome não fosse divulgado.

Veja abaixo:

Rodeio das Trapalhadas

“Fora do normal é o mínimo que se dizer do Rodeio Internacional de Osório de 2010 na parte campeira. Uma total falta de respeito e bom senso com os participantes do laço, que é a maior competição do evento.

Impressiona-me essa falta de organização numa comissão que apresenta currículo invejável de participação e experiência no mundo do rodeio.

O Rodeio começou na quarta-feira com uma inexplicável falta de cumprimento ao programa oficial. Dizia: No laço quinteto poderá laçar apenas laçadores de mesma entidade com sua carteira do MTG em mãos. Pois foi liberado a inscrição para uma equipe “x”, que, diga-se de passagem, muito amiga da comissão. Então, todos os laçadores inscreveram-se nas regras, pra ela não exigiram os documentos.

Resultado: Ganharam, e deu a maior confusão, pois o segundo colocado não aceitou, pois estes estavam nas regras estabelecidas anteriormente. Ficou, no mínimo, muito feio pra nossa festa, pois quem levou foi o segundo colocado. A meu ver é a mesma coisa que cuspir pra cima.

Na seqüência do rodeio, pararam uma competição para colocar outra no meio. Uma disputa de cavalos crioulos, comprados em um leilão de uma cabanha da região, veio apenas para atrapalhar a festa. Na sexta, dia da TAÇA CIDADE, uma competição de laço que é tradicional nos rodeios nas tardes da sexta foi uma vergonha. Laçou apenas trinta e poucas duplas e parou. Veio os tais cavalos crioulos da cabanha, que nada tem haver com o rodeio e depois a ginetiada. Com isso, o laço Taça Cidade voltou quase meia noite indo parar por volta das duas da madrugada numa total falta de respeito com os laçadores, os trabalhadores dos bretes, juizes, narradores, o gado judiado e principalmente o público, que foi pouco pelo horário, e tremeu de frio nas arquibancadas.

No laço Duplas eles se superaram, só pra começar o preço da inscrição era mais barata nos dias de quinta e sexta, ou seja, quem trabalha que só pode vim no sábado, paga mais caro, e quem pode vir na quarta, teoricamente com mais condições paga mais barato. Mas o mais grave nisso tudo, que causou uma “rebelião” dos laçadores em sua maioria no sábado de noite, foi de a comissão resolver, do nada, ou por causa da perca de tempo com laço de empresas fora do contexto, ou lentidão no andar do evento, visto que o laço pai e filho começou na sexta no meio da manhã e terminou quase as treze horas da tarde e recomeçou as atividades perto 16 horas, uma barbaridade, mas seguindo, foi resolvido dar duas voltas no mata-mata (a eliminatória) no sábado de noite depois da ginetiada. Os amigos têm noção do que é isso?

O individuo se prepara três meses antes para laçar em Osório, apruma bem o cavalo, treina bastante, ajeita a encilha, combina com o parceiro, arma o acampamento etc…, faz força para se classificar para laçar no domingo de tarde com a arquibancada cheia, junto com os amigos, família e a “querida” comissão organizadora resolve abreviar festa para muitas destas duplas, pois se arrumar, encilhar o cavalo e sair quase meia noite pra laçar a final antecipada das duplas contra o vento, no frio e com ameaça grande de chuva é de uma desrespeito fora de proporções com as pessoas que estão envolvidas, todas, do piá que laça ao simples expectador na arquibancada.

Se o camarada perde uma armada, e três voltas, derruba muita gente, ainda mais nas condições do tempo, pode ir embora pra casa, acabou o rodeio pra ele no sábado. Rodeios da nossa região, de muito maior números de participantes, pois são mais baratos e com classificação mais “folgada”, as finais acontecem no domingo de tarde sem problemas. Felizmente a manifestação pacifica e educada dos laçadores para com a comissão surtiu resultado, e quem queria laçar no domingo assim o fez, não sei como mudaram de idéia, pois estavam irredutíveis, provavelmente o bom senso veio de cima.

Estes fatos ocorridos no nosso rodeio deixa, infelizmente, apenas mais seqüelas no já contestado rodeio de Osório, como se não bastasse os fatos de anos anteriores que levaram nosso evento a perder o posto de segundo maior rodeio do estado e intervenções do MTG, agora mais estas trapalhadas.

E estas são silenciosas e giram apenas no mundo dos laçadores, e são estes que fazem o rodeio ser grande ou pequeno, pois as palavras mas escutadas nos bretes e acampamentos foi: Falta de respeito e bagunça. É o chamado “tiro no pé” pra quem tem a pretensão de colocar 400 ou 500 duplas de laço. Ano que vem provavelmente diminui.

A diferença de idade e sexo no laço pai e filho foi o ponto positivo, o laço quinteto de mesma entidade também foi uma boa idéia, pois a disputa fica boa entre as equipes.

Fica a experiência para o ano que vem fazer com mais organização, agilidade, na data correta e sem beneficiar ninguém.”

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Ass: Do laço.

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